🚨 “ACABOU PARA FRELIMO” ‼️ DEA encurrala Nurolamin Gulamo e revela lista de nomes ligados aos camaradas e à Presidência no tráfico internacional de dr*gas.
🚨 “ACABOU PARA FRELIMO” ‼️
DEA encurrala Nurolamin Gulamo e revela lista de nomes ligados aos camaradas e à Presidência no tráfico internacional de dr*gas.
Uma nova onda de polémica política e criminal está a abalar Moçambique após informações indicarem que Nurolamin Gulamo teria colaborado com autoridades internacionais, incluindo a DEA, revelando uma lista com nomes de indivíduos supostamente ligados ao esquema de facilitação da entrada de dr*gas no país.
a lista inclui empresários ligados aos sectores imobiliário, da construção civil e hotelaria, alguns deles apontados como próximos de figuras influentes do governo e do partido Frelimo. Entre os nomes mencionados destaca-se Sartori, empresário nascido na Itália e naturalizado moçambicano, associado ao complexo residencial e turístico Kaya Kwanga, localizado em Maputo.
Sartori é descrito como uma figura com fortes conexões nos círculos políticos e administrativos, mantendo relações com políticos, membros das forças de segurança e outras figuras influentes. Informações divulgadas indicam que várias reuniões privadas teriam ocorrido no complexo Kaya Kwanga, incluindo encontros ligados ao partido no poder.
A situação ganhou ainda mais atenção depois da detenção de Sartori em 21 de abril. Fontes afirmam que uma reunião da Frelimo estava prevista para acontecer no local, mas teria sido cancelada à última hora após a operação das autoridades.
As acusações incluem crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal, falsificação e uso de documentos falsos. O caso reacende suspeitas antigas sobre o uso de Moçambique, especialmente o porto de Nacala, como rota internacional para tráfico de dr*gas vindas do Médio Oriente e do Afeganistão com destino à Europa.
Durante anos, denúncias envolvendo alegadas ligações entre traficantes, politicos e figuras influentes circularam no país, mas sem grandes consequências públicas. Agora, com o envolvimento de autoridades internacionais, cresce a pressão sobre instituições moçambicanas e sobre figuras ligadas ao partido governamental.
O caso continua a gerar forte debate nas redes sociais e nos bastidores políticos, enquanto muitos aguardam possíveis novas detenções e revelações que podem mexer com os corredores do poder em Moçambique.
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